Estava eu, para não variar, passeando pelo facebook, quando entro em um perfil de uma mulher, cujas fotos eram um tanto quanto sensuais demais...
Parei para pensar naquela situação e me perguntei: "-Por que diabos, ela coloca essas fotos?"
Até agora não sei, mas isso me fez pensar muito.
Ao me questionar sobre isso, me vieram muitas coisas. As primeiras, confesso que foram: "Pqp, que inveja! Essa mulher é linda e tem uma corpo mais lindo ainda", em seguida pensei: "Pqp, que grande biscatona de luxo", mas ao parar para analisar, de fato, cheguei a uma conclusão: Jamais saberei o que se passa na cabeça daquela mulher, como de tantas outras que agem do mesmo modo, não sei por que se deixam ser tratadas como objetos ou um simples pedaço de "carne bem definida", porém entendo algumas coisas do universo feminino. Muitas vezes, a aparência torna-se apenas uma ferramenta para um grito de carência. Talvez seja isso, falta de coisas verdadeiras, sentimentos e a atenção, que todas nós mulheres, necessitamos.
Cada um expressa-se do modo que lhe convém, ela tinha um corpo invejável e o mostrava para se sentir acolhida de algum modo...
Ou quem sabe, este é apenas um texto de alguém que não tinha muito o que fazer e resolveu cuidar da vida alheia... hehehehehehe
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
saudade!
Há quanto tempo não posto nada...
Sentí saudades, saudades de escrever, saudades de umas das minha grandes paixões.
Eu adoro ler e escrever, adoro muuuuito!
Mas faz alguns dias, meses, tempos que não escrevo nada que sai de dentro do coração, algo que necessite apenas uma grande inspiração, ou talvez seja uma simples e baita reclamação.
Tenho feito cálculos, tenho feito trabalhos e provas, nada que tivesse ao menos uma "pontinha" de paixão... E agora acabo percebendo o quanto tenho sido mecânica, uma espécie de robô, sem vida, com um roteiro e sem pequenas e simples alegrias.
Estou num momento de transição, uma transição q parte do "não sei onde" e parte para o "não tenho a mínima ideia", apenas sinto isso, que aos poucos já não sou mais a mesma pessoa, mas também não sei no que mudei.
Sentí saudades disso, de quem eu sou, daquilo que gosto de fazer... E por quê não recomeçar por onde me é mais simples? Escrever.
Por que é isso que sou e, de modo algum, quero deixar morrer o meu lado poético, viajante, criativo, artista... nem que esse meu lado seja bem meia-boca. Não me importo, quero ser a minha essência: a menina que é sensível, chora horrores, reclamona, que ama escrever, adora rir e gosta do pouco (não confunda pouco com pequeno), gosto do pouco, de raridades... Coisas que sejam realmente valiosas ao coração por serem raras!
:)
Não sei se voltarei a escrever com a mesma frequência que escrevia outrora, mas escreverei, por mim e para mim. APENAS.
Sentí saudades, saudades de escrever, saudades de umas das minha grandes paixões.
Eu adoro ler e escrever, adoro muuuuito!
Mas faz alguns dias, meses, tempos que não escrevo nada que sai de dentro do coração, algo que necessite apenas uma grande inspiração, ou talvez seja uma simples e baita reclamação.
Tenho feito cálculos, tenho feito trabalhos e provas, nada que tivesse ao menos uma "pontinha" de paixão... E agora acabo percebendo o quanto tenho sido mecânica, uma espécie de robô, sem vida, com um roteiro e sem pequenas e simples alegrias.
Estou num momento de transição, uma transição q parte do "não sei onde" e parte para o "não tenho a mínima ideia", apenas sinto isso, que aos poucos já não sou mais a mesma pessoa, mas também não sei no que mudei.
Sentí saudades disso, de quem eu sou, daquilo que gosto de fazer... E por quê não recomeçar por onde me é mais simples? Escrever.
Por que é isso que sou e, de modo algum, quero deixar morrer o meu lado poético, viajante, criativo, artista... nem que esse meu lado seja bem meia-boca. Não me importo, quero ser a minha essência: a menina que é sensível, chora horrores, reclamona, que ama escrever, adora rir e gosta do pouco (não confunda pouco com pequeno), gosto do pouco, de raridades... Coisas que sejam realmente valiosas ao coração por serem raras!
:)
Não sei se voltarei a escrever com a mesma frequência que escrevia outrora, mas escreverei, por mim e para mim. APENAS.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
O que me tornei
De repente, como se acordasse de um sonho, parei para pensar naquilo que sou, naquilo que me tornei.
Jamais pensei que teria as convicções que tenho hoje. Jamais imaginei que um dia teria a vida que tenho.
Tudo passou tão rápido, tão depressa.
Já não sou a mesma menina de 15 anos - que sonhava em mudar o mundo, em mudar a mente das pessoas, a menina inconformada com o rumo para onde tudo andava- Mas ainda a tenho aqui dentro.
A vida segue um rumo diferente do planejado, mas é sempre assim, né? Não pode haver um roteiro para os nossos caminhos, precisamos de surpresas de vez em quando.
Cá estou eu, começando um nova fase da minha vida. Totalmente ciente daquilo que quero, focada nos objetivos... Mesmo que haja alterações, estarei (quase) pronta para o que der e vier.
Faculdade começou, o friozinho da barriga quase já passou...
E ainda quero mudar o mundo. Engenharia ambiental, por um mundo sustentável!
Acreditem, isso tudo está me deixando muito feliz, parece que a cada dia me sinto mais satisfeita com o rumo que minha vida tomou... Eu sempre quis mudar o mundo. Ainda o quero. O farei!
Jamais pensei que teria as convicções que tenho hoje. Jamais imaginei que um dia teria a vida que tenho.
Tudo passou tão rápido, tão depressa.
Já não sou a mesma menina de 15 anos - que sonhava em mudar o mundo, em mudar a mente das pessoas, a menina inconformada com o rumo para onde tudo andava- Mas ainda a tenho aqui dentro.
A vida segue um rumo diferente do planejado, mas é sempre assim, né? Não pode haver um roteiro para os nossos caminhos, precisamos de surpresas de vez em quando.
Cá estou eu, começando um nova fase da minha vida. Totalmente ciente daquilo que quero, focada nos objetivos... Mesmo que haja alterações, estarei (quase) pronta para o que der e vier.
Faculdade começou, o friozinho da barriga quase já passou...
E ainda quero mudar o mundo. Engenharia ambiental, por um mundo sustentável!
Acreditem, isso tudo está me deixando muito feliz, parece que a cada dia me sinto mais satisfeita com o rumo que minha vida tomou... Eu sempre quis mudar o mundo. Ainda o quero. O farei!
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
O dom de amar é sofrer
Nós somos feitos de amor, até mesmo os mais odiaveis e chatos, são feitos e movidos pelo amor.
Não, não estou falando (apenas) de casais e afins, estou falando de AMOR. Aquilo que a gente sente pelo pai, mãe, irmão, amigo... Por aqueles que daríamos até a vida para não vermos chorar.
Pois é... Reflita a minha última frase.
Daríamos até mesmo a vida por aqueles que amamos, prefirimos chorar ao vê-los chorando. Acho que isso é sintoma de amor. E acho também que todo aquele que ama, está sujeito a isso, mesmo sem querer se sujeitar.
Ficamos fragilizados com esse sentimento. É o único sentimento que nos deixa mais bobos... (não estou falando de paixão também) nos deixa mais bobos no sentido de nos contradizer.
A vida é assim... É feita de amor, o dom de amar é sofrer. Que tenhamos esse dom.
Não é algo lindo... Mas é algo necessário... Aprender a sofrer! Pode soar estranho... Mas pense comigo, um sofrimento apenas sofrido não sara, não acaba, não morre... O dom de sofrer, é aquele que a gente sente, aprende, sente mais um pouco e depois entende. Entende como as coisas são.
Pois não sofrer, só vivendo sozinho sem nada nem ninguém em volta. Na verdade, nem assim... Ser só também é sofredor. É impossível não sofrer, é impossivel não amar, é impossível não viver!
VIVAMOS, SOFRAMOS E AMEMOS... Com todas as nossas forças, com todos os nossos sentimentos... Mas ao menos que tiremos alguma lição disso tudo.
Senti falta de escrever algo aqui! =) Por isso vim, mais uma vez, desenvolver minhas teorias, confesso que isso tudo já foi dito antes...
I corintios 13:
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.
Não, não estou falando (apenas) de casais e afins, estou falando de AMOR. Aquilo que a gente sente pelo pai, mãe, irmão, amigo... Por aqueles que daríamos até a vida para não vermos chorar.
Pois é... Reflita a minha última frase.
Daríamos até mesmo a vida por aqueles que amamos, prefirimos chorar ao vê-los chorando. Acho que isso é sintoma de amor. E acho também que todo aquele que ama, está sujeito a isso, mesmo sem querer se sujeitar.
Ficamos fragilizados com esse sentimento. É o único sentimento que nos deixa mais bobos... (não estou falando de paixão também) nos deixa mais bobos no sentido de nos contradizer.
A vida é assim... É feita de amor, o dom de amar é sofrer. Que tenhamos esse dom.
Não é algo lindo... Mas é algo necessário... Aprender a sofrer! Pode soar estranho... Mas pense comigo, um sofrimento apenas sofrido não sara, não acaba, não morre... O dom de sofrer, é aquele que a gente sente, aprende, sente mais um pouco e depois entende. Entende como as coisas são.
Pois não sofrer, só vivendo sozinho sem nada nem ninguém em volta. Na verdade, nem assim... Ser só também é sofredor. É impossível não sofrer, é impossivel não amar, é impossível não viver!
VIVAMOS, SOFRAMOS E AMEMOS... Com todas as nossas forças, com todos os nossos sentimentos... Mas ao menos que tiremos alguma lição disso tudo.
Senti falta de escrever algo aqui! =) Por isso vim, mais uma vez, desenvolver minhas teorias, confesso que isso tudo já foi dito antes...
I corintios 13:
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.
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